Libertadores 2026: o maior e o menor estádio da fase de grupos do torneio
O gigante de Lima
De um lado, o Estádio Monumental “U”, casa do Universitario de Deportes, em Lima, no Peru, se impõe como o maior palco da competição entre os times classificados. Com capacidade oficial para mais de 80 mil espectadores, é um dos maiores estádios de todo o continente e representa uma verdadeira fortaleza, onde a pressão da torcida é um fator decisivo.
A arena moderna de Quito
No outro extremo, encontra-se o Estádio Banco Guayaquil, do Independiente del Valle, em Quito, no Equador. Com capacidade para 12 mil torcedores, a arena é consideravelmente mais moderna e intimista. Apesar do tamanho reduzido, o estádio é conhecido por ser um campo difícil para os visitantes, combinando a qualidade técnica da equipe da casa com a altitude da cidade.
Estádio ‘emprestado’
O Estádio Alberto Gallardo, do Sporting Cristal, do Peru, também dispõe de 12 mil lugares. Contudo, o time tende a mandar seus compromissos pela Libertadores em arenas maiores.
Isso ocorreu nas fases preliminares, contra 2 de Mayo, do Paraguai, e Carabobo, da Venezuela. Diante dessas equipes, o Cristal atuou, respectivamente, nos estádios Miguel Grau, casa do Sport Boys, (17 mil lugares), e Alejandro Villanueva, de propriedade do Alianza Lima (34 mil lugares).
Regras e contrastes
Essa disparidade é notável, mas os estádios cumprem os requisitos da Conmebol. Para a fase de grupos, a entidade exige uma capacidade mínima de 10 mil lugares, regra que o estádio do Independiente del Valle atende por uma margem pequena.
A diferença de mais de 68 mil assentos entre os dois palcos evidencia a variedade de condições que os clubes enfrentam ao longo do torneio, tornando a disputa pela “Glória Eterna” ainda mais imprevisível.
Estádios dos 32 times da fase de grupos da Libertadores 2026
Pote 1
- Flamengo – Maracanã (78.838)
- Palmeiras – Allianz Parque (43.713)
- Boca Juniors – La Bombonera (54.000)
- Peñarol – Campeón del Siglo (40.000)
- Nacional – Gran Parque Central (34.000)
- LDU – Rodrigo Paz Delgado (41.575)
- Fluminense – Maracanã (78.838)
- Independiente del Valle – Banco Guayaquil (12.000)
Pote 2
- Lanús – La Fortaleza (47.000)
- Libertad – Tigo La Huerta (15.000)
- Estudiantes – Jorge Luis Hirschi (32.530)
- Cerro Porteño – General Pablo Rojas (45.000)
- Corinthians – Neo Química Arena (49.436)
- Bolívar – Hernando Siles (41.143)
- Cruzeiro – Mineirão (61.846)
- Universitario – Monumental “U” (80.093)
Pote 3
- Junior Barranquilla – Metropolitano (46.692)
- Universidad Católica – San Carlos de Apoquindo (20.000)
- Rosario Central – Gigante de Arroyito (41.465)
- Independiente Santa Fe – El Campín (36.343)
- Always Ready – Municipal de El Alto (25.000)
- Coquimbo Unido – Francisco Sánchez Rumoroso (18.750)
- Deportivo La Guaira – Olímpico da UCV (20.900)
- Cusco – Garcilaso de la Vega (42.056)
Pote 4
- Universidad Central – Olímpico da UCV (20.900)
- Platense – Ciudad de Vicente López (34.530)
- Independiente Rivadavia – Bautista Gargantini (24.000)
- Mirassol – José Maria de Campos Maia (15.000)
- Independiente Medellín – Atanasio Girardot (40.943)
- Tolima – Manuel Murillo Toro (28.100)
- Sporting Cristal – Alberto Gallardo (12.000)
- Barcelona – Monumental Banco Pichincha (57.267)
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
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