Organizada do Cruzeiro reage a processo de goleiro do Atlético por imagem em camisa
Por meio dos advogados, a Máfia Azul esclareceu que a Justiça indeferiu o pedido liminar formulado por Gabriel Delfim, que solicitou de forma urgente a proibição da venda da camisa, além de ter imposto restrições imediatas à atuação da organizada. De acordo com o judiciário, não estão presentes os requisitos legais necessários para a concessão da medida de urgência.
A Máfia Azul afirmou que não houve reconhecimento de ilegalidade na conduta da torcida e que não há gravidade suficiente para justificar qualquer censura do produto comercializado.
A organizada ainda se posicionou e disse que não utilizou o nome do atleta em qualquer material, e que também não teve a intenção de ofender ou difamar o goleiro do Atlético. A Máfia Azul alegou que a camisa é uma forma de liberdade de expressão e uma manifestação cultural das torcidas.
Como é a camisa feita pela Máfia Azul?
A final do Campeonato Mineiro entre Atlético e Cruzeiro ficou marcada por briga generalizada entre os times. Antes mesmo do apito final, quando a Raposa já vencia por 1 a 0, os jogadores se envolveram em confusão no Mineirão e trocaram socos e chutes. O time celeste ficou com o título depois de seis anos de jejum.
Após a briga, várias fotos viralizaram nas redes sociais. Em uma delas, o goleiro Gabriel Delfim, do Atlético, aparece levando um soco do atacante Kaio Jorge, do Cruzeiro. Dias depois, a Máfia Azul produziu uma camisa em tom provocativo ao rival, com a imagem da pancadaria entre os dois e os dizeres nas costas: “Porque meu time bota para F@%#@, e o nome dele são vocês que vão dizer”.
O produto está a venda na loja oficial da Máfia Azul, localizada no Barro Preto, em Belo Horizonte.
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