CBF afasta árbitro mineiro que tomou decisões polêmicas em jogo do Palmeiras
Os dois estiveram envolvidos em decisões capitais do confronto. Nos acréscimos do segundo tempo, a Chapecoense teve um gol anulado por uma suposta falta em Murilo. Logo depois, a equipe catarinense ainda ganhou um pênalti após lance envolvendo Khellven, mas Bolasie desperdiçou a cobrança.
No lance do gol anulado, Antônio Magno chegou a informar que o gol estava validado e que a decisão final caberia ao árbitro de campo. Após a forte reclamação dos jogadores palmeirenses, porém, Felipe Fernandes foi ao monitor e anulou o lance. A Comissão de Arbitragem entende que o árbitro não deveria ter realizado a revisão e que o gol da Chapecoense deveria ter sido confirmado. A avaliação interna é de que a ida ao monitor ocorreu em razão da pressão exercida pelos atletas do Palmeiras.
Já no lance da penalidade, aos 61 minutos, a análise do VAR concluiu que a infração ocorreu sobre a linha da área. Felipe Fernandes concordou com a interpretação após revisar as imagens e assinalou o pênalti. No entanto, a CBF considera que não havia imagens conclusivas para comprovar a infração dentro da área e, por isso, a marcação original deveria ter sido mantida.
Além desses dois lances, também houve polêmica na expulsão de Allan. Aos 42 minutos do primeiro tempo, o atacante do Palmeiras recebeu cartão vermelho direto após uma falta em Giovanni Augusto. A decisão gerou discussões durante a partida e aumentou as críticas à atuação da equipe de arbitragem.
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