Cruzeiro quebra escrita no Mineiro e conquista 1º título da Era Pedrinho
O Cruzeiro não conquistava o Estadual desde 2019, ano do fatídico rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro. Entre aquela data e a conquista do Mineiro, o único título da Raposa havia sido justamente o da Segunda Divisão, em 2022.
Pedro Lourenço adquiriu a maioria das ações da Sociedade Anônima de Futebol (SAF) da Raposa em abril de 2024. Desde então, havia batido apenas na trave.
Primeiro, na final da Copa Sul-Americana, naquele mesmo ano, contra o Racing – derrota incontestável por 3 a 1. Em 2025, o Cruzeiro ficou no quase no Campeonato Brasileiro (terceira posição) e na Copa do Brasil (eliminado na semifinal).
A final de 2019
Em 2019, o Atlético encerrou a primeira fase do Mineiro com a melhor campanha: nove vitórias, um empate, uma derrota e 28 pontos. Justamente por isso, tinha a vantagem de jogar por dois empates na decisão. Antes, o Galo despachou o Boa Esporte na semi ao empatar a primeira partida por 0 a 0 e vencer a segunda por 5 a 0.
O Cruzeiro, por sua vez, avançou ao mata-mata em segundo lugar, com 25 pontos, sete triunfos e quatro igualdades. Na semifinal, a Raposa venceu o América duas vezes – 3 a 2 e 3 a 0 – e chegou à decisão.
Na ida da final, disputada no Gigante da Pampulha, o atacante Marquinhos Gabriel e o zagueiro Léo marcaram na vitória por 2 a 1 – o atacante Ricardo Oliveira descontou para o Galo. Depois, no Independência, os rivais empataram por 1 a 1, com gols do volante Elias (Atlético) e do atacante Fred (Cruzeiro). No placar agregado, melhor para os celestes.
- Cruzeiro 2 x 1 Atlético – 14/4/2019 – Mineirão
- Atlético 1 x 1 Cruzeiro – 20/4/2019 – Independência
Quem formava o elenco celeste?
Liderados por Mano Menezes, atuaram na primeira partida Fábio, Edilson, Dedé, Léo, Egídio, Henrique, Lucas Romero (Ariel Cabral), Robinho (Rafinha), Rodriguinho (Pedro Rocha), Marquinhos Gabriel e Fred. Também participaram do segundo embate Dodô, Thiago Neves e Lucas Silva. Estiveram no banco de reservas Rafael, Murilo, David, Fabrício Bruno, Jadson, Orejuela e Sassá.
Dos jogadores mencionados, três defendem o Cruzeiro em 2025: o zagueiro Fabrício Bruno e os volantes Lucas Silva e Lucas Romero.
Cruzeiro impede feito do Atlético
O Atlético buscava o sétimo título consecutivo do Mineiro, façanha alcançada apenas pelo América, há mais de 100 anos. Entre 1916 e 1925, o Coelho ergueu 10 taças do Estadual em sequência. Naquela época, o torneio era nomeado de Campeonato da Cidade de Belo Horizonte. Somente a partir de 1933, houve união de ligas para que clubes do interior de Minas Gerais passassem a integrar a competição.
As maiores sequências de títulos do Campeonato Mineiro
- 1º – América: 10 (1916 a 1925)
- 2º – Atlético: 6 (1978 a 1983)
- 2º – Atlético: 6 (2020 a 2025)
- 4º – Atlético: 5 (1952 a 1956)*
- 4º – Cruzeiro: 5 (1965 a 1969)
*O título da edição de 1956 foi dividido entre Atlético e Cruzeiro.
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