Titular do Cruzeiro explica choro em conquista: ‘Senti que toquei as mão no céu’

Titular do Cruzeiro explica choro em conquista: ‘Senti que toquei as mão no céu’

Villalba não segurou as lágrimas quando ouviu o apito final, mesmo depois da tensão causada pela pancadaria, que marcou o clássico. O zagueiro contou que, por vezes, imaginou o cenário da decisão e que se viu no céu ao fim do confronto.

“Eu imaginei o juiz apitando o fim do jogo e a gente sendo campeão. Quando comecei a sentir que havia acabado, que haviam decidido que acabasse o jogo, senti que toquei as mãos no céu”

Villalba, zagueiro do Cruzeiro

Naquele momento, o defensor relembrou a trajetória, composta também por críticas, e deu dimensão ao momento da conquista. Conhecido pela boa convivência, Villalba deu méritos ao grupo.

“Chegaram muitas coisas na minha cabeça. Desde que cheguei aqui, todas as situações que vivi. Seguramente muitos sabem, críticas, dúvidas, ser alguém desconhecido, chegar em outra país. Não é fácil. Valeu muito o momento que estou vivendo. Não poderia ser sem ajuda dos meus companheiros”, finalizou.

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Villalba no Cruzeiro

Villalba chegou ao Cruzeiro emprestado pelo Argentinos Juniors, da Argentina, em janeiro de 2024. Ele enfrentou período de adaptação e se tornou titular no fim da temporada, quando Fernando Diniz comandava a equipe. O defensor agradou à diretoria celeste, que exerceu, no início de 2025, o direito de compra do atleta.

O ano, entretanto, não começou como Villalba esperava. O zagueiro perdeu posição e lidou com desconfianças. Quando Leonardo Jardim assumiu a comissão técnica, chegou a criticar a atuação do argentino. A partir de então, iniciou-se um processo de recuperação. Pouco a pouco, recuperou ritmo. Consequentemente, voltou a ter espaço e vaga garantida ao lado de Fabrício Bruno.

A mudança de treinador na Toca da Raposa não mudou a realidade de Villalba. Assim que se recuperou de lesão ligamentar no tornozelo esquerdo, o defensor conquistou a confiança de Tite. Peça chave no elenco, o argentino soma 85 partidas oficias com a camisa celeste, além de dois gols. O título do Mineiro é o primeiro pelo Cruzeiro.

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