Cruzeiro na Libertadores: Mineirão abarrotado, gol aos 8 segundos e mais curiosidades

Cruzeiro na Libertadores: Mineirão abarrotado, gol aos 8 segundos e mais curiosidades

Quais os jogadores com mais partidas de Libertadores?

Ao longo de 17 participações do Cruzeiro na Libertadores, três atletas se destacam como aqueles com mais partidas na competição vestindo a camisa celeste. São eles o goleiro Fábio (81 jogos), agora no Fluminense, e os volantes Henrique (70) e Marquinhos Paraná (44), aposentados dos gramados. Compõem o top-5 o goleiro Raul Plassmann (40) e o lateral-direito Jonathan (31). Ambos também não atuam mais.

Quais os maiores goleadores?

O ranking de maiores goleadores do Cruzeiro na Libertadores é composto por atacantes campeões: Palhinha (20 gols, sendo 13 somente na edição de 1976), Thiago Ribeiro (13) e Jairzinho (12). O primeiro conquistou, além da competição continental, sete títulos do Campeonato Mineiro; o segundo levantou duas taças do Estadual; e o terceiro papou um troféu da Glória Eterna e um do Mineiro.

Ataque efetivo e marcado na história

Palhinha e Jairzinho contribuíram para marca expressiva. O Cruzeiro é o time detentor do melhor ataque em uma única edição de Libertadores. Em 1976, o clube estrelado se sagrou campeão com direito a 46 gols marcados.

Quantas finais o Cruzeiro jogou?

O Cruzeiro já disputou quatro finais de Libertadores. Conquistou o título em 1976 (sobre o River Plate) e 1997 (Sporting Cristal-PER) e amargou o vice em 1977 (para o Boca Juniors) e 2009 (Estudiantes).

Participações do Cruzeiro ano a ano*

  • 1967: 5º lugar
  • 1975: 6º lugar
  • 1976: campeão
  • 1977: vice
  • 1994: 11º lugar
  • 1997: campeão
  • 1998: 5º lugar
  • 2004: 9º lugar
  • 2008: 9º lugar
  • 2009: vice
  • 2010: 7º lugar
  • 2011: 9º lugar
  • 2014: 6º lugar
  • 2015: 7º lugar
  • 2018: 5º lugar
  • 2019: 9º lugar

*Nem sempre o Cruzeiro abriu a caminhada na Libertadores a partir da fase de grupos. Em 1977, por exemplo, como carregava o status de campeã, a Raposa jogou logo a segunda fase.

Desempenho seguro na fase de grupos

A partir do tópico anterior, é possível destrinchar outra curiosidade. O Cruzeiro nunca foi eliminado na fase de grupos da Libertadores. Na atual edição, a Raposa integra o Grupo D, ao lado de Boca Juniors-ARG, Universidad Católica-CHI e Barcelona-EQU.

Jogos do Cruzeiro na fase de grupos

  • Barcelona-EQU x Cruzeiro – 7/4 (terça-feira) – 19h – Monumental de Guayaquil, em Guayaquil – ESPN/Disney+
  • Cruzeiro x Universidad Católica – 15/4 (quarta-feira) – 19h – Mineirão, em Belo Horizonte – ESPN/Disney+
  • Cruzeiro x Boca Juniors – 28/4 (terça-feira) – 21h30 – Mineirão, em Belo Horizonte – ESPN/Disney+
  • Universidad Católica x Cruzeiro – 6/5 (quarta-feira) – 23h – San Carlos de Apoquindo, em Santiago – ESPN/Disney+
  • Boca Juniors x Cruzeiro – 19/5 – 21h30 – La Bombonera, em Buenos Aires – Paramount
  • Cruzeiro x Barcelona-EQU – 28/05 (quinta-feira) – 21h30 – Mineirão, em Belo Horizonte – ESPN/Disney+

Na cola dos argentinos

O Cruzeiro é o time brasileiro que mais enfrentou equipes argentinas em compromissos oficiais. De acordo com relatório publicado pela Fundação de Estatísticas do Esporte Futebol (RSSSF), a Raposa soma 93 confrontos com os hermanos – são 41 vitórias, 17 empates e 35 derrotas.

Qual o rival mais comum?

O rival mais comum do Cruzeiro na Libertadores é o Boca Juniors. São nove jogos, três vitórias, dois empates e quatro derrotas. Em 1977, inclusive, os Xeneizes levaram a melhor na disputa da taça e ficaram com o título da competição continental.

E as maiores goleadas?

O Cruzeiro já fez sete gols em uma única partida da Libertadores três vezes, contra Alianza Lima, do Peru, em 1076; sobre Real Potosí, da Bolívia, em 2010; e diante da Universidad do Chile em 2018,

  • 20/05/1976 – Cruzeiro 7 x 1 Alianza Lima 
  • 03/02/2010 – Cruzeiro 7 x 0 Real Potosí
  • 26/04/2018 – Cruzeiro 7 x 0 Universidad de Chile

Gol contra aos oito segundos

Em 15 de maio de 2001, o Cruzeiro marcou um dos gols mais rápidos da Libertadores. Na verdade, Bolívar Gómez quem marcou. Contra. O defensor do El Nacional tentou tirar de cabeça lançamento do zagueiro Cris e mandou contra a própria meta, logo aos oito segundos, pelas oitavas de final.

Não cabem mais 100 mil no Mineirão

Antes da reforma, o Mineirão suportava mais que o dobro da capacidade atual (cerca de 62 mil). Na final da Libertadores de 1977, contra o Cristal, do Peru, o Cruzeiro levou 106.853 pessoas ao Gigante da Pampulha – o maior público de um time brasileiro na história da competição.

A ida foi disputada em Lima, no Estádio Nacional, e terminou com o empate por 0 a 0, e a Raposa poderia definir em casa. Diante da torcida, os celestes triunfaram por 1 a 0 e conquistaram o título pelo segunda vez na história.

Marcelo Ramos, Marcos Teixeira e Tico, comemoram o bicampeonato da Libertadores do Cruzeiro (Arquivo/EM)

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