Entenda a crise do Independiente Medellín que gerou caos em jogo do Flamengo
Chegaram a circular boatos de que a partida seria disputada sem a presença de público, mas o próprio DIM negou a possibilidade. O momento vivido pelo clube desde a derrota para o Atlético Nacional na final da Copa da Colômbia em dezembro de 2025 motiva as manifestações.
A crise se agravou depois da derrota para o Flamengo, no Maracanã, pela segunda rodada do Grupo A, em16 de abril: o DIM demitiu o técnico Alejandro Restrepo. Juan Sebastián Botero, então treinador do sub-20, o substituiu de forma interina e venceu os quatro jogos seguintes.
No entanto, o time foi derrotado por 2 a 1 pelo Águilas Doradas nesse domingo (3/5), terminou a fase de classificação do Campeonato Colombiano na 11ª posição e não se classificou ao mata-mata – somente as oito primeiras equipes avançaram.
Depois da partida, Raúl Giraldo, acionista majoritário do clube, foi ao gramado do Atanasio Girardot e discutiu, com provocações e deboche, com torcedores do Independiente Medellín. Na segunda-feira (4), ele se desculpou pelo episódio e informou que deixará o comando do clube.
A decisão, porém, não significa que ele venderá o DIM, que é o que pedem alguns torcedores.
A partida entre Independiente Medellín e Flamengo
O cronometro marcava um minuto quando torcedores do Medellín atiraram fogos atrás da meta onde estava o goleiro Agustín Rossi, do Flamengo. Foram retiradas também barreiras de metal que separam as arquibancadas do gramado, facilitando a invasão.
Inicialmente, os jogadores permaneceram em campo, mas com a partida paralisada. A partir dos cinco minutos, atletas, comissões técnicas e equipe de arbitragem rumaram ao vestiário.
No telão do estádio, apareceu uma mensagem pedindo para que torcedores não atirassem objetos no campo. A informação oficial é de que a partida foi suspensa temporariamente, com possibilidade de retomada a depender da garantia de segurança.
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