Em clássico equilibrado, Cruzeiro bate América e segue isolado em 1º no Mineiro Feminino
Com mais um triunfo, o Cruzeiro chegou à marca de 13 pontos em cinco partidas e abriu três tentos de vantagem para o Atlético, vice-líder que tem um jogo a menos. Já o América é justamente o terceiro, com seis pontos nas cinco rodadas disputadas. E como a equipe só disputará mais um duelo no Mineiro, o Coelho não tem mais chances de alcançar a Raposa e nem o Galo.
Justamente para finalizar essa participação na metade preliminar do Estadual, o Cruzeiro enfrentará o Atlético. No sábado (10/10), às 15h, a Arena Gregorão receberá o grande clássico de Minas Gerais. Já o América terá um intervalo maior sem atuar no Mineiro e voltará a campo apenas em 17 de outubro, sábado, às 15h, diante do Araguari.
Como foi o jogo entre Cruzeiro e América pelo Mineiro Feminino?
Embora equilibrado de forma geral, o clássico contou com momentos mais incisivos do Cruzeiro, tanto que a goleira Tainá foi uma das grandes destaques da partida. A primeira intervenção da responsável pela meta do América foi aos 15, em boa cobrança de falta de Byanca Brasil. Mas foi logo quatro minutos depois que as Cabulosas abriram o placar.
Um cruzamento da direita chegou à área e possibilitou um bonito gesto de pivô de Marília, que ajeitou para Letícia Alves marcar o único gol do jogo. O chute da camisa 99 foi bem colocado, sem chances para a arqueira das Spartanas: 1 a 0.
Logo na sequência, Marília teve a chance de ampliar, só que parou na arqueira. Tainá apareceu de novo no minuto seguinte, quando Gi Santos falhou, a bola ainda bateu na trave, e o gol contra estava “se desenhando” até a intervenção decisiva da goleira.
Só que, a partir da segunda metade da etapa inicial, o América se recuperou dos erros cometidos e não se viu mais em situações tão adversas. Thaíni, inclusive, teve a primeira oportunidade do América logo aos 29 do primeiro tempo, mas parou em Camila. Na etapa final, Luaninha arriscou de fora e arrancou suspiros da torcida.
Com a vantagem no placar, o Cruzeiro demonstrou experiência para controlar o restante da partida, sem criar grandes oportunidades – a melhor da segunda etapa foi com Gisseli, que também parou em Tainá -, mas sem dar espaço para o rival. Em resumo, um segundo tempo sem grandes emoções, e o resultado foi preservado pela Raposa.
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